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É a maneabilidade de um Quarto de Milha em um percurso com obstáculos, testando a destreza do cavalo em contornar certas situações que podem ocorrer em um passeio a cavalo fora das pistas.

 

Um dos obstáculos obrigatórios é o do cavaleiro ter que abrir, atravessar e fechar uma porteira. Outros dois obstáculos obrigatórios são ir a passo, ao trote e ao galope sobre uma série de troncos e afastar através de troncos arrumados em figuras " L, U ou V ". Outros obstáculos podem fazer parte da prova: como cruzar um pequeno lago, tirando ou colocando correspôndencia de uma caixa de correio; cruzar uma ponte de madeira; e vestir uma capa de chuva. A nota é baseada na graça, facilidade e liberdade de movimentos durante o percurso.

CAVALOMANIA.

Western Riding

 

 


 
Esta prova julga a habilidade do cavalo Quarto de Milha em mudar de mãos precisamente, simultaneamente e facilmente, usando ambas as pernas dianteiras e traseiras.

Os competidores entram na arena, percorrem um dos dois percursos existentes, consistindo em troncos e uma série de cones. O cavalo também deve mudar de andamento - do passo ao trote e ao galope - durante o percurso. O juiz procura o cavalo que prontamente responde ao comando do cavaleiro, que tem (boas maneiras) bem adestrado e tenha graça e boa disposição. A nota é de 0 a 100, com média baseada em 70.

CAVALOMANIA.

 

O cavalo de Working Cow Horse é uma combinação de habilidade em Rédeas com o senso de gado. Com essa prova, se testa a destreza aplicável ao trabalho de lidar com o gado nas fazendas. A competição consiste em duas partes: Trabalho de Rédeas prescrito e Trabalho com o gado (rebanho).

 

Na primeira parte da prova, o cavalo deve seguir um percurso onde são requeridos: mudanças de mão, spins e esbarros. Os juízes não olham apenas um cavalo que seja voluntariamente guiado, mas também controlado em todos os seus movimentos.

 

Na parte de trabalho com o rebanho, um boi é solto sozinho na arena. Primeiramente, o cavalo deve segurá-lo na ponta final da arena, demonstrando sua habilidade em contê-lo. Então, o cavalo deve dirigir o boi beirando a cerca da arena, virando-o em ambas as direções. Por isso que esta parte da prova é corretamente chamada de "Trabalho de Cerca". Finalmente, o cavalo deve mover o bovino para o centro da arena, fazendo círculos ao redor do boi em ambas as direções.
O julgamento é baseado em boas maneiras, maciez, senso de rebanho e facilmente guiado no trabalho de rédeas. A nota é dada para cada parte do trabalho de 0 a 100, com 70 de nota média. Penalidades serão dadas aos cavalos que são excessivamente agressivos com o boi ou na falta de controlar o boi no final da arena.

CAVALOMANIA.

 

 

 

Desempenhar a função de rédeas em um cavalo não significa apenas guiá-lo, mas também dominar todos os seus movimentos.

ESBARRO
SPIN

 


rollback E recuo

 

Em rédeas, é pedido ao cavaleiro para desempenhar um dos 13 percursos existentes pré-estabelecidos, os quais incluem: manobras prescritas de esbarros, spins (giros de 360 graus), rollbacks (esbarro com mudança de direção em 180 graus saindo ao galope), recuo, mudança de mão e círculos ao galope. O cavalo deve ser voluntariamente guiado com pouca ou nenhuma resistência. O cavalo é julgado nos seus movimentos, cumprimento do percurso e atitude. A nota é de 0 a 100, com média baseada em 70.

CAVALOMANIA.

 

 


O pólo é um esporte no qual quatro jogadores por equipe montados em cavalos e golpeando um bola com um taco, tentam marcar o máximo de gols possíveis no arco da equipe rival. Os jogos são disputados em quatro tempos de sete minutos e meio, denominados chukkas.

História


Jogadores de pólo

A origem da prática do pólo ainda não é bem definida, apesar de as evidências apontarem que tenha sido praticado primeiramente na Ásia.
Existem relatos de que cavaleiros da China e Ásia Central, séculos antes de Cristo, também se dedicavam a prática de pólo bem rudimentar, que seria um passatempo entre nobres, califas, sultões e imperadores.
O Pólo teria sido introduzido no Egito, Grécia e Índia pelos persas. Os campos de pólo ou maidan, como eram chamados, tinham 500 metros de extensão, as traves eram pedras e as bolas, esferas de osso.
Os primeiros ocidentais a praticarem o pólo foram os soldados e civis ingleses que se encontravam na Índia no período de sua colonização. Os ingleses aprenderam a jogar pólo em Manipur, um pequeno estado entre Assam e Burma.
Em 1859 foi criado o 1º Clube de Polo, The Retreat at Silchar, formado pelo capitão Robert Stewart, conhecido como o pai do pólo moderno.
Por volta de 1870 o pólo já era muito praticado na Índia britânica, para o qual utilizavam pequenos pôneis que não mediam mais do que 1,27m. A notícia não demorou a chegar a Inglaterra e os oficiais britânicos começaram a praticar a modalidade, apelidando-a de hóquei a cavalo.
Em 1873 tem lugar o primeiro jogo de pólo oficial na Inglaterra, tendo sido criado também nesta altura o primeiro clube de polo, o Hurlingham. Foi neste clube que se estabeleceu o Regulamento Mundial de Pólo.
A modalidade foi tornando-se cada vez mais popular ao redor do planeta, principalmente na Argentina, onde conquistou muitos adeptos devido às condições topográficas e climatéricas para a sua prática. É neste país que se produzem os melhores cavalos para este esporte e onde encontram-se os melhores jogadores do mundo.
Atualmente o pólo é praticado com regularidade em mais de 50 países, tais como Argentina, Estados Unidos, México, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Brasil, Irlanda entre outros.



Um jogo de pólo em ilustração para o poema Guy u Chawgan

O jogo

O principal objetivo do pólo é conseguir marcar o maior número de gols em comparação ao seu adversário, acertando uma bola de 8cm de diâmetro com um taco de 3m de comprimento, e fazendo-a entrar numa baliza com 7,3m de largura.


  
Jogador golpea a bola em partida de pólo

As medidas de um campo de pólo são de 275x180m, e os cavalos utilizados caracterizam-se por ter uma altura que varia entre 1,52m e 1,60m. A bola para jogar pólo é branca e tem 8 centímetros de diâmetro, sendo feita de madeira ou plástico, o taco por sua vez, tem 3 metros de comprimento e é feito de cana de bambu.
O jogo é disputado por duas equipes com 4 elementos cada. Estes elementos encontram-se numerados de acordo com as posições que ocupam no campo de jogo, sendo o nº1 e nº2 atacantes, o nº3 meio de campo e o nº4 defensor.
Um jogo de pólo dura pouco menos de uma hora, e é dividido por períodos chamados chukkas. Conforme o nível de jogo, podem variar de 4 a 6 chukkas por partida. Cada chukka tem duração de 7,5 minutos e é feito um intervalo de 3 minutos entre os chukkas. Na metade da partida é feita uma pausa de 5 minutos.
Os cavalos devem ser trocados a cada chukka e só podem ser utilizados 2 vezes no mesmo jogo, podendo ser eliminados durante a partida se a sua condição física for julgada insatisfatória num dos controles veterinários que ocorrem durante a prova.



Os cavalos usados no pólo são puro sangue inglês, raça que tem grande capacidade de “explosão” (partida rápida) e parada brusca.

Os jogos são controlados por dois juízes montados a cavalo e um árbitro que permanece fora do campo, que é consultado pelos anteriores em caso de dúvida.
As provas nesta modalidade são divididas em diversas categorias. Nas categorias de iniciantes o percurso tem em média entre 20 e 30 km, evoluindo para categorias mais avançadas onde os percursos podem chegar aos 160 km.
Na velocidade ideal, o concorrente deve percorrer a trilha num tempo pré-estabelecido, que é demarcada por faixas e sinais ou desenhada e distribuída aos concorrentes.
Os jogadores são avaliados e classificados por handicaps numa escala de 2 a 10, sendo 10 o melhor. Esta avaliação não é atribuída de jogo para jogo, mas sim de acordo com o desempenho do jogador ao longo de sua carreira.
O pólo tem uma particularidade que o diferencia dos outros esportes, que consiste no fato de as equipes terem de mudar de campo, e consequentemente de baliza, a cada gol que marcam. Isto acontece para que nenhuma das equipes seja beneficiada do estado do campo e das condições atmosféricas.

Curiosidades

Alexandre, O Grande, segundo relatos históricos foi um grande apreciador e jogador de pólo;
Nas cerâmicas chinesas das mais antigas dinastias, podem-se apreciar imagens de cavaleiros em posição de golpear uma bola;
A magia do pólo encantou o imperador persa Akbar, levando-o a edificar um monumento em mármore que representava o seu próprio cavalo. Esta seria a primeira escultura equestre inspirada na modalidade;
O sultão de Brunei, Muda Hassanal Bolkiah, é um grande apaixonado pelo pólo e por cavalos, tendo gasto cerca de 400 milhões de dólares na construção de um palácio com 1788 quartos, incluindo também alojamento com ar condicionado para os seus 200 cavalos de pólo;
O 1º Clube de Pólo foi criado em 1859 em Assam, na Índia;
Em 1886, Inglaterra e Estados Unidos defrontam-se pela primeira vez, no Troféu Westchester Club;
O pólo esteve presente em 5 Jogos Olímpicos: 1900, 1908, 1920, 1924 e 1936;
Nos Jogos Olímpicos de Paris em 1924, e de Berlim em 1936, a medalha de ouro foi alcançada pela seleção argentina;
O primeiro Campeonato do Mundo de Pólo foi realizado em 1989;
Fonte: pt.wikipedia.org

 

 

Rodrigo Pessoa, Doda Miranda, Luiz Felipe Azevedo e André Johannpeter. É deles que lembramos quando pensamos em hipismo. Também, pudera. São eles os nossos únicos medalhistas olímpicos – bronze em Atlanta 1996 e Sydney 2000 – na modalidade de saltos por equipes. Pessoa ainda levaria o ouro individual em Atenas 2004. Não o trouxe da Grécia, é verdade, o que talvez lhe tire emoção, mas não importância. Recebeu-o no Rio de Janeiro, mais de um ano depois, após a constatação de doping em Waterford Crystal, cavalo do irlandês Cian O’Connor, na final dos Jogos.

Após o Pan de 2007, no entanto, mais duas modalidades começaram a entrar no páreo do conhecimento dos brasileiros: o Adestramento e o CCE (Concurso Completo de Equitação). Em ambas, o Brasil conquistou o bronze por equipes. No Adestramento, a equipe contou com Rogério Clementino (Nilo Vo), Renata Costa (Monty) e Luiza Almeida (Samba). No CCE, levamos com André Paro (Land Heir), Renan Guerreiro (Rodízio AA), Fabrício Salgado (Butterfly) e Carlos Paro (Political Mandate). – Sim, os Paro são irmãos. – Esses resultados garantiram vagas em Pequim às equipes brasileiras.

Já sabe, então, que poderemos torcer pelas três modalidades olímpicas no ano que vem. Maravilha, mas saiba agora que nos Jogos não está presente nem a metade do total de modalidades consideradas pela Federação Eqüestre Internacional (FEI).

Ponto aí para Claudia Carvalho, assessora de imprensa da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). Ao saber que eu escreveria sobre o esporte não sendo um atleta, depois de assustar-se sapecou uma série de dicas de sites especializados e fez questão de alertar-me para a existência das demais modalidades.

Vamos a elas: Adestramento, CCE, Enduro, Especial, Rédeas, Salto e Volteio. A FEI ainda considera mais uma modalidade, chamada driving, em inglês, que não passa muito de uma moderna corrida de carroças.

Adestramento: modalidade na qual o cavalo deve apresentar movimentos em que são necessárias precisão e harmonia.

 

CCE (Concurso Completo de Equitação): aqui há uma combinação de adestramento, cross-country e saltos;


Enduro: uma prova de resistência e entrosamento entre homem e animal. O conjunto deve percorrer distâncias que podem chegar a 160km em um único dia, em terrenos com obstáculos naturais. Além de chegar ao final, o cavaleiro deve preocupar-se com a saúde do animal, que passa por vários exames veterinários ao longo da competição. Caso haja alguma alteração em seu metabolismo muito significativa, pode ser impedido de continuar;

Especial: semelhante ao adestramento, com a única diferença de ser uma modalidade para-olímpica;

Rédeas: competição em que é testada a habilidade do cavaleiro em dominar o cavalo em diversos movimentos pré-definidos. O conjunto deve realizar uma seqüência de manobras (a mais interessante consiste em uma parada brusca na qual o cavalo escorrega sobre as patas traseiras);


Duane Latimer (Canadá) é o campeão mundial de Rédeas (Foto: Kit Houghton/FEI)

 

Salto: a modalidade mais conhecida, onde o conjunto tem que percorrer um percurso com obstáculos, derrubando o menor número possível de barreiras. O tempo do trajeto serve como critério de desempate;

 

Volteio: uma espécie de ginástica sobre o cavalo. Semelhante à modalidade de cavalo com alças da ginástica rítmica. A diferença é que, neste caso, o cavalo está vivo.

O alemão Kai Vorberg, bicampeão mundial de volteio (Foto: Kai Vorberg Fan Club)

 

Fonte: Por esporte, o bom vício


A ABTB foi uma das vitórias das modalidades
Baliza e Tambor em 2007

Sem dúvida, as modalidades Três Tambores e Seis Balizas foram as que mais cresceram em 2007. Houve um aumento considerável no número de adeptos, no montante de premiações pagas e também no número de eventos. Isso mostra a força que esses esportes têm. Entre todas as vitórias conquistadas para as modalidades, uma delas foi o nascimento da Associação Brasileira dos Treinadores de Tambor e Baliza, entidade que surgiu para auxiliar nesse crescimento.

Tendo como objetivo maior buscar melhores condições para as modalidades, tanto para os cavaleiros como para os animais, no que diga respeito a condições de pista, segurança, premiação, divulgação do esporte e etc, a ABTB nasceu para somar forças. A idéia partiu dos profissionais das modalidades, os treinadores, visando o bem maior e comum a todos os que praticam e vivem o esporte todos os dias. “Nós, profissionais, decidimos nos unir, mas pensando no bem de todos e não apenas no nosso. Queremos fortalecer o Tambor e a Baliza como modalidade, esperando que todos os envolvidos com elas sejam beneficiados”, afirma Abelardo Peixoto, presidente da ABTB.

A profissionalização é fator cada vez mais evidente quando uma classe tem anseios de crescimento e organizar-se em associações, que regulamentam a atividade e lutam pelos direitos de forma igual, é essencial. E foi isso que os profissionais de Tambor e Baliza fizeram. E desde a formação da ABTB, em maio de 2007, algumas vitórias e reivindicações, que beneficiaram os envolvidos com as modalidades, já aconteceram, provando que unir forças é um bom caminho.

Abelardo Peixoto, que atua há 25 anos como profissional de Tambor e Baliza, é presidente da ABTB e está coordenando o escritório, que hoje busca patrocínio para a associação e concentra forças na divulgação de suas ações. A primeira delas, a confecção do site oficial - www.abtbtreinadores.com – que já está no ar. “Treinador também é competidor. Toda ação que a ABTB venha a desenvolver e colocar em prática visará sempre o melhor para todos”, conclui Abelardo.

Muitas novidades estão para acontecer em 2008, como provas homologadas pela ABTB. Com estatuto e regulamento devidamente registrados e aprovados pela diretoria, a ABTB espera poder atuar de forma a cooperar com a realização de eventos das modalidades. Isso e muito mais está por vir! Aguardem mais novidades!

Assessoria de Imprensa Western Magazine: Luciana Omena

 

Team Penning

 

Team penning (team = equipe/ pen = curral), teve início nos ranchos americanos e é um trabalho muito antigo e necessário para a rotina de tratamento dos animais, a disputa cronometrada é baseada nas tarefas originais dos cowboys da era Western.
Onde era preciso separar o gado, dentro dos currais, para a marcação, medicação, ou até mesmo transporte.

Hoje é uma competição de ritmo acelerado e excitante que dá a uma equipe de três cavaleiros de 60 a 90 segundos (dependendo da categoria) para separar três bovinos numerados de um rebanho de 30. No Brasil este tempo, hoje, não é mais de 90 segundos e sim de 120 seg. O tempo começa a ser contado quando o focinho do primeiro cavalo cruzar a linha de partida e termina com a rês no curral.


Um dos três bovinos que foi apartado do rebanho deve ser conduzido para um pequeno curral (pen) do lado oposto da arena. Os competidores devem separar o gado designado a eles, tomando cuidado para não deixar que mais de quatro reses cruzem a linha de partida, o que resulta em desclassificação.

A chave do Trabalho de Equipe (Teamwork) é os três competidores trabalhando em harmonia para separar a rês correta e conduzi-la ao curral mantendo as outras para trás.

 Difundida rapidamente nos EUA, esta prova vem conquistando muitos ginetes aqui no Brasil. A modalidade foi incluída oficialmente em 2002, na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos (nos eventos anteriores a competição era feita paralelamente).

A raça do cavalo pouco importa, o importante é ter um animal treinado e ágil. Não importa também se o competidor é novo ou velho, veterano ou pouco experiente, homem ou mulher, a grande sacada é ter os olhos atentos e muita agilidade para guiar o cavalo e conseguir cumprir a tarefa.

Fonte: Team penning north west.com e Team penning.com
Tradução e adaptação: Antonieta Monteiro – Jornalismo / Cavalomania.

 

Freio de Ouro

 

É uma avaliação rigorosa e integral do cavalo da raça crioulo, regulamentada pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos - ABCCC.
É a maior prova da raça, onde podem ser comprovadas as habilidades de cavalo e ginete, reproduzindo nas pistas os trabalhos do dia a dia no campo.
Testa-se a doma, a resistência, a docilidade, a aptidão e a coragem, que formam a funcionalidade do cavalo.
Esta prova tem inicio com os concorrentes sendo submetido a uma nota morfológica, que é a  de maior peso, passando então para as etapas de: Andadura, Figura, Volta sobre Patas, Esbarradas, Mangueira, Bayard/Sarmento e Paleteada. veja como ocorre uma competição do Freio de Ouro.

                                  
                                   O Freio de Ouro divide-se em duas etapas:

Parte 1 - Morfologia:

É uma avaliação do padrão racial e do nível de enquadramento do animal aos padrões seletivos da raça.
São valorizadas, nessa etapa, características como o equilíbrio estrutural, a frente leve, a firmeza da linha superior e um bom relevo muscular. Todo o conjunto tem de estar bem sustentado sobre bons aprumos.
Pontuação: de zero a dez.

Parte 2 - Prova Funcional:

A segunda fase da competição, a parte funcional, que avalia o desempenho do animal em atividades derivadas das lidas do campo, divide-se por sua vez em dois momentos:

Primeiro momento: Andadura:
Na primeira demonstração funcional da prova, exige-se do cavalo a definição e manutenção de três modos diferentes de andar:
1)Tranco
2) Trote
3)Galope
São observados nessa etapa a tipicidade do andar, a comodidade, o avanço e o equilíbrio.

Pontuação: de zero a 15.
Tranco: de 0 zero 3
Trote: de zero a 8
Galope: de zero a 4.

Importante: O trote tem peso maior na pontuação porque é a andadura mais utilizada pelo cavaleiro em um deslocamento longo pelo campo.

Figura: (Foto Abaixo)

Prova de média exigência, desenvolvida em um circuito demarcado por fardos de feno, em que se avalia o equilíbrio nas trocas de mãos e patas, potência de execução e submissão a todas as solicitações do ginete.
Pontuação: de zero a 15.

                                         Volta sobre patas e esbarrada:

Um dos momentos mais difíceis do Freio do Ouro. Divide-se em duas partes:

1)Volta sobre patas: (Foto Abaixo)
 

O ginete leva o cavalo à frente dos jurados, faz o animal girar sobre o próprio corpo 360 graus para um lado e em seguida para o outro. Pode fazer de uma a três voltas. Mas deve fazer para um lado o mesmo número de voltas que realizou para o outro.

Esbarrada: (Foto Abaixo)

O ginete acelera o cavalo por uma distância de 20 metros e em seguida solicita ao animal uma freada brusca, fazendo com que ele se apóie sobre os posteriores.
 O cavalo praticamente "senta" no chão.
A seguir, o ginete repete o movimento em sentido contrário. Esta etapa traduz um dos movimentos símbolos do cavalo de trabalho, que é a sua completa submissão ao comando do cavaleiro. O cavalo tem de enfiar corretamente os posteriores entre as mãos e parar sem saltar.
Pontuação: de zero a cinco para a volta sobre patas, sendo 2,5 pontos para cada lado que o animal roda. E de zero a dez para a esbarrada, sendo cinco pontos para cada movimento executado.

Mangueira: (Foto Abaixo)
                                    
  

É o primeiro momento em que o cavalo trabalha com gado.
Na mangueira, o animal mostra sua aptidão vaqueira, equilíbrio, impulsão e coragem. Esta prova é tão importante que ocorre duas vezes durante o Freio de Ouro. Divide-se em três momentos:

1)O cavalo tem de apartar (separar) um dos dois novilhos que estão na mangueira.

b) O cavalo tem de manter o novilho afastado do outro bovino por 45 segundos.

c) O cavalo tem de arremeter com o peito, ou "pechar" (do espanhol, el pecho, o peito) contra a lateral do novilho apartado num ângulo de 45 graus, primeiro por um lado e depois pelo outro, e fazer o animal recuar. Tem 45 segundos para executar o movimento.

Pontuação: de zero a 15.
À parte: de zero a 10
Pechada: de zero a 5 (2,5 pontos para cada execução).

Prova de Campo ou Paleteada:

Última e decisiva etapa do Primeiro Momento do Freio de Ouro. Observa-se aqui, mais uma vez, a aptidão vaqueira, a velocidade, a força e a total submissão do cavalo ao cavaleiro. Duplas, formadas pelo resultado da pontuação acumulada até o momento (o primeiro com o segundo, o terceiro com o quarto e assim sucessivamente) perseguem um novilho por uma raia de 110 metros de comprimento por 50 metros de largura, com marcações de fardos de feno aos 30 metros, 80 metros e 110 metros.
Nos primeiros 30 metros, os ginetes deixam o novilho correr. Entre os 30 metros e os 80 metros, o novilho deve ser "prensado" entre as "paletas" dos dois cavalos, daí a expressão paleteada.

Após a ultrapassagem do marco de 80 metros e antes do final da raia, os ginetes adiantam os cavalos em relação ao novilho, cortando-lhe à frente, para que o animal retorne. Na volta, a paleteada se repete, para que o novilho seja reconduzido à mangueira.
Pontuação:de zero a 15.

Importante: Até este momento, as notas que aparecem nas placas são multiplicadas por 1,5. A seguir, é feita a soma de todas as notas obtidas e o resultado é dividido pelo número de provas executadas e somado com a pontuação da morfologia.
O resultado credencia de 40% a 50% dos cavalos e ginetes para o segundo momento do Freio de Ouro.

Bayard-Sarmento: (Foto Abaixo)

Prova em que se exige velocidade na execução, correção nos movimentos e atenção à submissão. É realizada em uma raia de 80 metros.
O cavalo arranca em velocidade, percorre 40 metros, esbarra, faz a volta sobre patas para um lado e para outro de uma a três vezes, volta a correr 40 metros, esbarra novamente.
Depois gira 180 graus, corre mais 40 metros e repete a esbarrada.
Faz a volta sobre patas para ambos os lados, correm mais 40 metros e faz a última esbarrada.
Pontuação: de zero a 20.

Importante:

As notas que aparecem nas placas deste segundo momento do Freio de Ouro são multiplicadas por dois e somadas. A soma é dividida pelo número de provas executadas até o momento e o resultado é somado com a pontuação da morfologia. Chega-se, assim, ao resultado final da prova do Freio de Ouro

 

AGENDA DAS CLASSIFICATÓRIAS 2007
- Esteio (24/04 a 29/04)
- São Gabriel (17/05 a 20/05)
- Pelotas (22/05/07 a 27/05)
- Uruguaiana (30/05 à 03/06)
- Carazinho (15/06 a 17/06)
- Canela (22/06 a 24/06)
- Lages/SC (29/06 a 01/07)
- Jacareí/SP (06/07 a 08/07)
- Pato Branco/PR (13/07 a 15/07)

GRANDE FINAL DO FREIO DE OURO
- Esteio/RS – (31/08 a 02/09) – na 30ª Expointer
Local: Parque de Exposições Assis Brasil                                                               
Como vêem a grande final está próxima. E o Cavalomania pretende mostrar lances e reportagens deste belíssimo espetáculo que fascina multidões. Caso queira contribuir com maiores informações sobre este esporte, escreva-nos: adm@cavalomania.com.br .
   Um abraço e até a próxima.
Revisão: Antoniêta Monteiro- Jornalismo / Cavalomania.

 

Equitação de Trabalho

INDICE

A Equitação de Trabalho é uma modalidade eqüestre que procura preservar as diferentes tradições da equitação de cada país, nomeadamente, no uso do traje e arreios. Concebida para destacar o tipo de monte utilizado nas diferentes vertentes do trabalho de campo, nesta modalidade o cavaleiro utiliza apenas uma mão na condução da sua montada.              
Criada pelos italianos, a Equitação de Trabalho deu o seu primeiro passo, a nível internacional enquanto modalidade eqüestre, com a realização em 1996 do primeiro campeonato europeu na Itália. Desde então, tem alcançado uma grande universalidade nos círculos do hipismo mundial.
O II Campeonato da Europa de Equitação de Trabalho, em 1997, contou com a primeira participação de Portugal com os cavaleiros da Equitação Tradicional Portuguesa, além dos países fundadores (Itália com os “maremenhos”, França com os “cavaleiros camargueses”, e Espanha com a “doma vaquera”).

ESTRUTURA DA COMPETIÇÃO

 Um concurso de Equitação de Trabalho prolonga-se geralmente por três dias, sendo constituído por diferentes etapas:
1)Prova de Ensino.
2) Prova de Maneabilidade.
3) Prova de velocidade.
Prova de Ensino
Na prova de ensino, o cavaleiro executa determinados exercícios num retângulo de 40 x 20 m, avaliados por um júri, à semelhança do que acontece na “Dressage”.

Nível Cavalos Debutantes Nível Consagrados Nível Másteres

Prova de Maneabilidade

A maneabilidade é a segunda etapa, onde através de uma prova de obstáculos simulam-se algumas dificuldades que o cavaleiro pode encontrar no quotidiano do seu trabalho no campo, e que terá que transpor, segundo critérios pré-definidos. A atitude, confiança e forma natural como os obstáculos são transpostos, são fatores determinantes na avaliação desta prova.

Redil A ponte a passo Garrafa na mesa

Prova de Velocidade

Essa é a terceira etapa, avalia a velocidade num percurso idêntico ao da maneabilidade, mas em sistema de contra-relógio, o que a torna espetacular e motiva uma maior assistência por parte do público.

Slalom Salto Ponte

Prova da Vaca / Bezerro

A prova da vaca é a última etapa, disputada exclusivamente por equipes, devendo o grupo de cavaleiros retirar um animal previamente sorteado de uma manada de bezerros e isolá-lo numa zona demarcada para o efeito, mantendo os restantes animais na zona inicial.

A Equipe  Os Aparadores ou Separadores

                                                                               

Tentando separar a vaca / bezerro A vaca / bezerro já separada(o)

*Categorias:

*Cavaleiros:

*Consagrados – cavaleiros com mais de 19 anos que
concorrem há pelo menos um ano com a mesma montada.                                                                                                                 
* Juvenis (sub-16)
– cavaleiros com idade inferior a 16 anos.                                                                             
* Juniores (sub-20) – cavaleiros com idade inferior a 20 anos.
*Cavalos:
*Debutantes – Para os animais que participam pelo primeiro
ano neste tipo de prova.
*Cavalos e Cavaleiros Másteres:Cavalos de grande nível de
ensino e cavaleiros com idade mínima de 20 anos.

*Confira alguns tipos de obstáculos utilizados
nas provas de Equitação de Trabalho


Argola no Touro
(Fotos abaixo)

   

Vara no chão (Fotos abaixo)

A Galope Ao  Passo

Bidons (Fotos abaixo)

   

Cavalo Debutante
Portão (Fotos abaixo)

   

Campaínha (Fotos abaixo)

   

Ponte(Fotos abaixo)

   

Salto (Fotos abaixo)

Salto Negativo  

Slalom (Fotos abaixo)

Duplo Slalom Slalom em linha

Fonte: Lusitano João Lince.
Tradução e adaptação: Antonieta Monteiro – Jornalismo / Cavalomania.

 

TURFE


INDICE

O turfe quando foi criado era considerado o esporte das multidões. Não existia o futebol como é visto hoje e todos iam se divertir e ter o seu lazer no turfe. Sempre foi uma atividade cheia de glamour, sofisticação e, ao mesmo tempo, sonho: sonho de acertar um palpite, muitas vezes desafiando as próprias evidências. Com o passar do tempo, outros esportes foram surgindo em paralelo e o turfe, por não haver uma visão de futuro, foi ficando para trás. Foi perdendo seu espaço gradativamente e da década de 70 para cá, a participação de público e a participação em termos de mídia diminuiu em queda livre. Assim, inúmeros hipódromos no Brasil foram desativados.
Atualmente no Brasil, os Jockey Clubs tem buscado fazer um trabalho para tornar o turfe novamente uma forma de entretenimento para a população. A forma de trazer o público novamente ao turfe, é realmente desvincular a imagem da corrida de cavalo da imagem da aposta. E o clube não é só isso, não é só aposta. A corrida de cavalo hoje é entretenimento, é o local onde o pai de família pode trazer a sua esposa, pode trazer seu filho e até sua sogra, ele vai se divertir, vai ter um dia agradável e vai passar uma tarde-noite diferenciada, porque é realmente um esporte fascinante. Quem vai uma vez sempre tem vontade de ir outras vezes e a corrida de cavalo tem uma emoção que só sente aquele que vai ao hipódromo.

 

O jockey.

O mundo do turfe é muito mais do que se pode enxergar das arquibancadas. Para os competidores exige-se um preparo rígido, tanto físico como mental. Eles devem pesar entre 48 a 58 quilos e ter no máximo 1,60 metros de altura. Para incentivar a garotada a fazer parte do turfe, mesmo sendo um esporte restrito, alguns hipódromos mantêm escolas de preparação para jóqueis com direito a uniformes, alimentação e aulas pedagógicas.


 

Os trajes.


Foi-se o tempo em que as pessoas eram milionárias e iam de chapéu. Hoje em dia não, hoje o turfe depende principalmente daquele que vai de bermuda assistir às corridas na tarde de sol, tomar sua cervejinha e comer o seu petisco. Qualquer cidadão hoje está habilitado a entrar no Jockey Club de sua cidade num dia de corrida, ver as corridas, se divertir, apostar, ganhar ou perder, enfim, no final do dia ele vai ter uma emoção garantida. 
 No Brasil, o mais famoso hipódromo é o da Gávea do Jockey Club Brasileiro (RJ) inaugurado em 1926. Ali se realiza anualmente, no primeiro domingo de agosto, o Grande Prêmio Brasil, a mais importante prova do turfe brasileiro, desde 1933. Dispõe de tribunas de sócios e tribunas especiais, com capacidade para 2300 pessoas, pista com perímetro de dois mil metros medido a 1,50m de cerca interna, com uma grande reta de 600m, casas de apostas, vila hípica, pavilhão de chegada e escola para aprendizes de jóquei. Outros grandes hipódromos brasileiros são o Cidade Jardim, em São Paulo e o do Cristal, em Porto Alegre.
Os aficionados pelo turfe carioca já comemoram a entrada da Codere no Brasil. Desde a segunda quinzena de março, quando o grupo espanhol - líder em entretenimento na Europa e América Latina - investiu R$ 5,5 milhões no Jockey Clube Brasileiro (JCB), anunciou um aumento de 20% nos prêmios pagos aos competidores. A injeção de capital nos Jockey Clubes do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul são estratégias da companhia européia para a revitalização do turfe no País. “O aumento é resultado direto da parceria com a Codere”, diz Luiz Alfredo Taunay, presidente do Jockey Clube Brasileiro. O aumento de prêmios divulgado pelo JCB foi o primeiro dos últimos nove anos.

  

 Em Fortaleza - CE?


 Em janeiro deste ano cerca de 2.500 pessoas compareceram ao Jockey Club Cearense para prestigiar o IV Grande Prêmio Fazenda Haras Claro. A competição, que foi o primeiro grande evento do ano no Estado, teve 20 novos cavalos inscritos. O Apache Holland, montado por R. S. Cunha, foi o vencedor que completou os 420 metros em 23s45”.
Segundo Cacá Rocha, coordenador do evento, o GP tem grande importância no cenário estadual do turfe, pois reúne proprietários de estados como São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Pará. "O turfe é um esporte muito respeitado, pois é praticado desde o tempo dos faraós. Aqui no Ceará estava um pouco esquecido, mas recebeu uma reforma e está de volta às corridas". Cacá conta que, há quatro anos, o Jockey Club Cearense estava praticamente abandonado e foi posto a venda.  O Haras Claro resolveu investir, reunindo criadores e proprietários de cavalos para reformar o lugar.
Já em fevereiro, no Jockey Club Cearense (JCC) ocorreu o II Grande Prêmio Criação Nacional.  Foram no total 18 exemplares da raça Quarto de Milha que brigaram pelo título da edição 2007 do GP Criação Nacional. De acordo com Cacá Rocha, diretor do JCC e um dos organizadores do II GP Criação Nacional, os dois primeiros páreos do dia 10/02 contaram com quatro animais e as outras duas provas teve cinco corredores. Os vencedores disputaram no dia seguinte, à tarde, o título de campeão.
Além dos representantes cearenses — 10 —, como Bay Highho Wa, Nórdica SLN e The Sgned Son, da Fazenda Haras Claro —, o II GP Criação Nacional teve animais de criadores de SP (2), Pernambuco (3), Bahia (1) e Espirito Santo (2).

Logo em 07/maio, Pupilo do Haras Weisheimer, o cavalo Fidalgo Cash foi o destaque na disputa do páreo decisivo do I Grande Prêmio Carlos Matos. Montado pelo jóquei R. Dias, Fidalgo Cash obteve merecida vitória na competição, estabelecendo 20s.29 para os 365 metros da prova final do GP disputado na pista do Jockey Club Cearense (JCC) - Avenida Lineu Machado, no Pici. Duas éguas chegaram em segundo e terceiro lugares na disputas finais do evento, ambas promissoras parelheiras da Fazenda Haras Claro. Media Luna Ease, com jóquei Tande, foi a segunda colocada, enquanto Merry Dance, “pilotada” pelo jóquei A. C. Matos, terminou em terceiro lugar.
 A primeira edição do GP Carlos Matos foi aberta com a realização de quatro provas classificatórias, em 365m, envolvendo 10 animais Quarto de Milha. Dos quatro páreos classificatórios saíram justamente o cavalo Fidalgo Cash e as éguas Media Luna Ease e Merry Dance para brigar pelo título do I GP Carlos Matos.

Os perdedores das corridas tiveram que lutar pelo título do GP de Consolação. Na disputa, os cavalos Only Super Dash, Caribe Apollo e a égua Flower Child, respectivamente conduzidos pelos jóqueis Fabinho, E. Venancio e A. C. Matos. No final do GP, vitória da égua Flower Child, do Stud Pedro Uchoa, com Caribe Apollo em segundo e Only Super Dash na terceira posição.
Em breve traremos mais informações sobre o turfe. Caso queira contribuir com informações diversas, envie-nos um email para adm@cavalomania.com.br.

LAÇO DE BEZERRO


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O Laço de Bezerro é uma prova de velocidade e precisão. Este esporte é originário da lida dos ranchos e utilizado ainda hoje em todo o mundo. Na atividade diária do vaqueiro, ele tem que curar, castrar e marcar a cria que está ao pé da vaca. Cada uma destas atividades ao seu tempo de acordo com a idade da cria. Este trabalho é feito a cavalo uma vez que o vaqueiro tem que apartar, perseguir e laçar o animal que será trabalhado. Após ter o animal laçado, o vaqueiro desce do cavalo, derruba o animal com as mãos e amarra seus pés a fim de tê-lo imobilizado e pronto para receber os tratamentos necessários. No passado, o propósito de se amarrar as pernas do bezerro, era de que ele poderia ser medicado e curado sem dar coice no vaqueiro ou machucar a si mesmo.

Partindo desta prática diária dos vaqueiros foi então que se adaptou à modalidade esportiva na qual a prova começa no brete quando o bezerro rompe a barreira (corda) e é perseguido pelo laçador. Este, maneando (girando) o laço e com outra corda (peia) presa na boca, joga o laço na cabeça do bezerro, desce do cavalo e, segurando-o pelas patas, joga-o no chão amarrando três patas juntas. Enquanto isso, o cavalo puxa fortemente a corda, o suficiente para não deixar nenhuma folga, mas também não tão forte a ponto de arrastar o bezerro. Amarrado o bezerro, o cavaleiro levanta as duas mãos indicando a finalização do trabalho. Enquanto o competidor não laçar o bezerro ou não levantar as duas mãos, o tempo está sendo computado. Vence quem completar a prova no menor tempo e sem penalização. É uma modalidade de Rodeio cronometrada.

O cavaleiro só poderá partir em perseguição do bezerro, após alguns metros pré-determinados em cada prova. Após laçar o bezerro, o cavaleiro deve descer do cavalo em direção ao animal laçado e no intervalo entre descer do cavalo e ter contato com o bezerro, seu cavalo deve estar tendo contato com o bezerro através da corda de laço. Ao ter contato com o animal laçado, o mesmo deve estar completamente em pé, caso contrário, o cavaleiro deve levantá-lo e em seguida derrubá-lo. Após este ato, o juiz da competição conta 6  segundos, sendo que até o 6º segundo o bezerro amarrado não pode se desamarrar. O tempo da laçada é cronometrado do momento em que é permitido ao cavaleiro partir em perseguição do bezerro, até a contagem do 6º segundo pelo juiz.

O brete de partida do Laço de Bezerro pode ocupar até ¾ da pista, com certa tolerância. O brete deve ter a largura de até 90 cm, com uma pessoa de manejo empurrando o bezerro, a menos que seja aprovado o contrário pelo representante oficial do evento.

Portanto, pode-se ter como regra básica deste esporte: o cavaleiro laçar, descer de seu cavalo, derrubar o bezerro laçado e amarrar pelos menos 3 de seus 4 membros no menor tempo possível.

Estes preceitos são regulamentados pela ANLB (Associação Nacional do Laço de Bezerro) que tem como finalidade o fomento e o incentivo da modalidade, principalmente o criatório e o adestramento do cavalo visando sua participação nas provas funcionais da modalidade, podendo dedicar-se à prática de qualquer outra natureza relacionada com o cavalo de laço.

Segundo a ANLB, a pista de competição deve, dentre outros, “contar com instalações e equipamentos adequados no que diz respeito ao conforto dos animais participantes (cavalos e bezerros) bem como contar com mão-de-obra para manejo devidamente orientada e treinada, em número suficiente para a perfeita realização da prova, de forma correta, justa e serena”. Isto mostra a grande preocupação e cuidado que se tem com os animais (cavalos e bezerros).

Da mesma forma que é possível presenciar a laçadas técnicas e organizadas nas categorias "iniciante" ou "principiante", vê-se também, alguns laçadores cometem erros graves. São vários elementos que juntos tornam um competidor campeão ou que ajudam a executar uma laçada em tempo baixo. Em uma competição, o vencedor é aquele que aproveita todas as oportunidades e a grande sabedoria está em eliminar os pequenos erros para conquistar grandes vitórias. Para isso, não se pode cometer alguns erros que são considerados graves como, por exemplo, a finalização, pois ela é a parte mais importante em uma laçada. Ela começa quando o cavaleiro cerra o laço e trabalha com o mesmo para influenciar ou melhorar a posição do bezerro.

A maior prova independente de Laço de Bezerro do Brasil acontecerá entre os dias 29 de junho e 1° de julho de 2007, em Presidente Prudente (SP). É a 7ª edição do Torneio Açúcar Alto Alegre que está na reta final de produção. Os organizadores aos poucos estão cumprindo suas metas e definindo os detalhes desse grande evento, que já virou tradição no calendário western nacional. A expectativa é enorme para todos os laçadores, pois no ano passado, o Torneio distribuiu R$ 300 mil em prêmios e teve cerca de cinco mil inscrições. As provas de Laço de Bezerro acontecem no sábado, dia 30 de junho, a partir das 9h, no Rancho Quarto de Milha, em Presidente Prudente, SP. A prova será aberta a todas as raças. Será obrigatório para os competidores apresentar, no dia da prova, exame de AIE negativo e GTA.

Os cronometristas não poderão ter nenhum tipo de vínculo com os competidores. O tempo será marcado por três cronometristas e terá validade o cronômetro que marcar o tempo do meio. É determinada a média de três laçadas no rodeio: uma da classificatória, uma da semifinal e uma da final.

O julgamento da prova funciona assim: Após a pista liberada e o bezerro pronto, o competidor terá 60 segundos para iniciar a prova. Haverá um tempo limite de 25 segundos para conclusão da prova. Um apito, indicando o final do tempo, deverá ser soado. Havendo penalidade a prova é válida com mais de 25 segundos. Dentro do prazo de 25 segundos, o competidor tem direito de lançar a segunda corda, não sendo permitido refazer a laçada, ou seja, terá que levá-la consigo. Uma penalidade de dez segundos será acrescentada ao tempo da prova pela quebra de barreira. O mesmo ocorre se o animal pular a barreira. Em caso de algum acidente de barreira com o competidor ou falha da mesma, o competidor deve dirigir-se ao Juiz de Prova que julgará se o competidor terá ou não direito a outro bezerro.

 

O competidor pode ser desclassificado se, após ter levantado as mãos tocar a peia, no bezerro ou no laço antes de montar o seu animal, se quebrar duas barreiras, se tocar nas rédeas do animal para arrastar o bezerro de maneira intencional. Também ao levantar as mãos, serão toleradas que o arraste o bezerro por no máximo cinco metros. Em caso de arraste excessivo o Juiz poderá parar o animal desde que tenham sido contados os 25 segundos e soado o apito. O não uso da pescoceira no cavalo é motivo de desclassificação. Por qualquer parte do corpo que o bezerro for laçado, até que o competidor toque nele e o bezerro estiver seguro, será válido. Quando o competidor tiver que tirar a corda do bezerro por motivo de não ter laçado o pescoço, os seis segundos em que as pernas do bezerro deverão permanecer cruzadas e atadas serão contadas após o laçador levantar as mãos.

Este site tem o propósito de acompanhar e divulgar tudo que se relaciona a este esporte. Isto envolve desde os competidores amadores aos profissionais, os treinadores, a logística, locais das provas, o estado físico dos bezerros, os espectadores do evento e principalmente o desempenho do cavalo. Fale conosco pelo fone 85 – 99784240/88424252 ou pelo email www.cavalomania.com.br. Teremos o maior prazer em atender você. Onde existir um cavalo, a equipe Cavalomania quer estar lá para divulgá-lo e mostrar suas habilidades, afinal de contas: Somos Apaixonados por Cavalos assim como você.   
 

Abraços e até nosso próximo encontro.
  

Equipe Cavalomania

 

TRÊS TAMBORES


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Nosso objetivo aqui é abordar o universo que envolve um dos esportes de velocidade mais emocionante: a prova dos Três Tambores. Esta emoção é porque exige, além de velocidade, habilidade, técnica, destreza e precisão tanto do cavalo como do cavaleiro para obter bons resultados. A prova é dominada por animais das raças appaloosa, crioulo, paint horse e quarto de milha.

Hoje, pode-se assegurar que é o maior dentre as modalidades westerns. Movimenta cerca de R$ 400 mil por mês entre inscrições e premiações, atraindo também um público bastante numeroso. 

Os tambores são distribuídos de forma triangular, com distância mínima de quatro metros um do outro. Autorizado à largada pelo juiz, o conjunto parte em direção ao primeiro tambor, contornando-o numa volta de 360º, segue em direção ao segundo tambor, contorna-o pela direita na mesma manobra, indo para o terceiro tambor, onde mais uma vez repete a volta de 360º à direita, para disparar, em seguida, rumo à linha de chegada, ponto inicial de partida. Cada tambor derrubado penaliza o competidor em cinco segundos acrescidos ao tempo final. 

Pretendemos, através de entrevistas e reportagens, mostrar os perfis dos competidores, as conversas com os treinadores, negócios que envolvem o esporte, veterinária, resultados, calendários e muito mais. É só nos contatar pelo fone: 85 – 99784240/88424252 ou através do e-mail adm@cavalomania.com.br 

Diferentemente do que muitos pensam a prova não é exclusivamente feminina, pode ser praticada por homens também, mas é composta na maioria por mulheres. 

Geralmente é exigido uniforme completo: como chapéu ou boné, calça, bota ou botina, camisa de manga longa com punhos abotoados. Toda pista deve conter uma área de aquecimento em solo de terra onde as competidoras têm cinco minutos para o mesmo, caso não seja cumprindo (percurso) o juiz desclassificará a competidora. 

É obrigatoriedade para medição do percurso a utilização da fotocélula, acompanhado da utilização de três cronômetros, onde os cronometristas não podem de maneira algum ter algum vinculo com os competidores.

A derrubada do tambor implica em penalidade de cinco segundos acrescidos ao tempo final, caso haja a queda da competidora ela será desclassificada da inscrição e também quando ultrapassa a linha de chegada com qualquer parte do corpo de fora. Vence quem faz o menor tempo.

O cavalo utilizado deve ser o mesmo das eliminatórias, sendo proibido duas competidoras com o mesmo cavalo, nas semifinais e finais. Pode ser permitida a troca do animal de uma etapa para a outra. Geralmente é feito no mínimo três e no máximo cinco inscrições por competidora, independente do número de cavalos. Cada inscrição dá direito a duas passadas. Dependendo muito da Organização da prova, eles decidem quantas passadas podem ser feitas.

Quando o competidor completa todas as provas, classificatórias, semifinal e final, com o menor tempo possível, sem nenhuma penalidade e com a maior somatória de pontos, ele é considerado vencedor. A premiação é a critério da Comissão Organizadora do evento. Em alguns eventos as premiações vão desde quantias em dinheiro, selas e até veículos.

Para ser um competidor da Prova de Tambor, exige muito treino e dedicação. O cavalo precisa ser treinado para tal modalidade e a amazona ou cavaleiro, precisa ter habilidades e conhecimentos para a montaria. Eles precisam estar em perfeita harmonia para obter sucesso. 

 

VAQUEJADA


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O propósito aqui é mostrar, do ponto de vista cavalo-cavaleiro, o mundo que envolve este esporte maravilhoso que é a vaquejada. Hoje, pode-se constatar claramente que não há mais limites para quem participa das competições. Encontram-se jovens urbanos, médicos, engenheiros, jornalistas, enfim, todos os segmentos sociais aparecem envolvidos neste, que consideram uma paixão inexplicável. Uma paixão, que para alguns passa de pai para filho.

Comecemos falando do objetivo fundamental deste esporte: Derrubar o boi na faixa. Percebe-se de inicio que a festa seria toda dos vaqueiros, mas se analisarmos bem no que diz respeito à habilidade, a proporção é de 50% para cavalo e cavaleiro. Logo, um bom vaqueiro não consegue se apresentar sem um cavalo bem adestrado. O mérito de uma boa apresentação não fica somente com o puxador e o seu cavalo, mas sim com o cavalo de esteira, que além de ter o mesmo valor comercial, por algumas vezes "rouba a cena", impedindo com o próprio corpo que o boi role para fora da última faixa e ajudando o puxador a derrubar, desequilibrando o gado com uma pancadinha sutil antes da carga.

Se o vaqueiro tem importância, os cavalos são disputados a peso de ouro, quando bem treinados e desempenham com perfeição o trabalho na pista. Há casos em que os melhores cavalos são vendidos por até R$ 200 mil reais. Outros, segundo os proprietários, não têm preço. Por isso merecem cuidados especiais. São tratados com alimentação especial, rações balanceadas, suplementos alimentares a açúcar. Viajam em carretas caras e são ornados com arreios da melhor qualidade. E é justamente esse um outro ponto importante para quem corre vaquejada porque são os arreios que garantem a segurança do cavaleiro. Em função disso todo o equipamento é reforçado e exige um acabamento perfeito, em rédeas, cilhas e sobrecilhas, bem como sela e estribos. 

Os cavalos mais preferidos são os da raça quarto de milha, puros ou cruzados com PSI, árabe, ou appaloosa. O cruzamento, além de ser responsável por mais de 80% do plantel de eqüinos de competição nesta modalidade, vem se destacando por produzir animais de extrema docilidade, versatilidade, agilidade e vigor físico.

O treinamento começa assim que o animal tiver condições de ser montado e após a castração, normalmente feito depois dos dois anos de idade. Na proporção que a doma é completada, o animal é posto na porteira do brete com a finalidade de aprender a esperar pacientemente a partida do boi, sem se assustar com solavancos ou barulhos. Partindo ao mesmo tempo, nem antes nem depois. Sua obrigação a partir daquele momento é acompanhar qualquer movimento do boi "pescoço a pescoço" até as imediações da primeira faixa, quando deve acelerar o máximo que puder, correndo em uma diagonal (quase perpendicular) para o lado oposto, finalizando com uma parada estanque tal como nas provas de rédeas, e o mais próximo possível da cerca. Em outras palavras, quando atingir este estágio, após aproximadamente um ano de treinamento, o animal estará formado e pronto para competir e se aprimorar até sua maturidade total.

É bem verdade que os eqüinos lembram muito os humanos. Têm preferências, manias e quanto mais inteligentes, aprendem com mais rapidez a se defender das ordens e dos comandos impostos. Fazendo, às vezes, deixar de valer a pena investir mais em treinamento.

Bem, para que este esporte seja bem-sucedido, é preciso de regras. As principais são:

O BOI

  1. É preciso que o boi tenha a maçaroca grande, de forma que o vaqueiro possa passar a volta.
  2. O boi só valerá se cair entre as duas faixas de forma que não “queime” a primeira.
  3. O boi só será dado como retorno, se este passar da faixa do retorno e por sua vez virar-se de frente para o brete.
  4. O boi só é corrido se não outro boi ou animal de alguma forma atrapalhando a corrida do boi e da dupla
  5. A boiada será escolhida pela organização de cada evento
 
 

A DUPLA (o vaqueiro)

  1. O vaqueiro só pode correr de forma que tenha o esteira.
  2. Toda dupla tem que ser constituída por um puxador e um esteira.
  3. A dupla não pode em hipótese alguma "chicotear" o boi.
 
 

A PONTUAÇÃO

Geralmente cada festa profissional é pontuada com seis bois da seguinte forma:

  1. Primeiro boi = 8 pontos.
  2. Segundo boi = 9 pontos
  3. Terceiro boi = 10 pontos
  4. Quarto boi = 11 pontos
  5. Quinto boi = 12 pontos
  6. Sexto boi = 13 pontos.

Geralmente os bois são corridos três de menor pontuação no sábado

Apesar dos tamanhos variados, o que se pode chamar de "padrão" é uma pista com superfície de areia, tendo um "brete" e uma porteira para saída do gado. O comprimento médio é de 160m, dos quais os primeiros 100m são reservados para a distância de corrida; 10m entre faixas para zona de pontuação e 50m para área de desaceleração do cavalo. A largura varia entre 15 e 20m na saída e 25 e 45m na direção das faixas. Medida tomada sem levar em conta os corredores laterais para o retorno de gado e das duplas de competidores durante a competição. Um posto para a comissão julgadora e uma arquibancada são fundamentais para complementar a festa, pois ajudam a organizar a multidão de curiosos que se aglomera em toda extensão da pista. Fazendo muitas vezes que o gado corra pelo meio, dificultando o trabalho das duplas.

Dentro deste limite será válido o ponto, somente quando o boi, ao cair, mostrar as quatro patas e levantar-se dentro das faixas de classificação. O boi será julgado de pé; deitado, somente caso não tenha condições de levantar-se. Participa desta competição sempre uma dupla de vaqueiros.  A dupla tem que derrubar o boi entre as duas linhas ou faixas (10m entre uma e outra). Cada dupla tem o vaqueiro de esteira (aquele que ajuda o puxador, ajeitando e alinhado o boi na pista), o puxador (puxa o boi pelo rabo e derruba entre as linhas). Se o puxador derrubar o boi entre as faixas então "Valeu Boi" e a dupla ganha seu respectivo ponto.

O boi que ficar da pá para frente, em cima da faixa receberá nota zero de imediato. A disputa do Campeão dos Campeões será feita na ordem decrescente, ou seja, da última colocação para a primeira. A vaquejada começa no primeiro dia do evento, quando também se inicia a seleção ou classificação das duplas de vaqueiros.

O vaqueiro que não estiver presente na hora de sua chamada, fica para o "rabo da gata", ou seja corre no último bloco, após todas as chamadas, os seus bois perdidos, consecutivamente.

Com o passar do tempo, o esporte se popularizou de tal forma que existem clubes e associações de vaqueiros em todos os estados do nordeste, calendários com datas marcadas e até patrocinadores de peso, dando apoio aos eventos, que envolvem um espírito de competição e um clima de festa capaz de arrastar multidões. Os Parques de Vaquejadas mais modernos possuem sistema de sonorização próprio, iluminação para eventos noturnos, câmaras de tira-teima e regulamentos rigorosos, que impedem o uso de "chicote de vela", luvas com peças metálicas, pregos ou parafusos e até mesmo bater na cara do boi quando ele corre para o lado oposto ao do puxador. Tudo isso tem contribuído para a profissionalização do esporte e para torná-lo mais agradável de ser assistido.

O mais interessante, no entanto, é o poder de gerar negócios que a vaquejada conseguiu promover, atualmente. No Parque NAPOLEÃO BONAPARTE VIANA, em Caucaia, a 40km de Fortaleza e no Parque MARIA DA LUZ, em Campina Grande acontecem as maiores provas, com um número superior a 400 inscrições feitas, com bois de 450 kg de peso em média. Alguns conseguem resultados com certa precocidade, mas o tempo médio em vida útil, que o animal atinge seu ponto alto, está entre 10 e 15 anos. Podendo dentro, deste intervalo, ter seu valor variando entre US$ 8.000,00 e US$ 80.000,00.

O portal www.cavalomania.com.br tem o propósito de divulgar todos os eventos ligados ao esporte vaquejada. É só nos enviar email para adm@cvalomania.cm.br que estaremos a inteira disposição. Pretendemos lançar informativos, entrevistas, fotos, curiosidades e notícias de forma que abranja a tão maravilhosa figura do animal cavalo. Portanto, não perca tempo e faça parte também da nossa lista de anunciantes, será um prazer tê-lo conosco.

Você sabia que:

1 – “Boi saído é boi corrido", expressão muito comum entre os locutores de vaquejada. Traduzindo diz que, a partir daquele momento, uma vez solto, o boi tem todas as condições de ser convertido em pontos. Exceto se durante o percurso ele virar sua cabeça em direção ao ponto de partida ou acontecer um acidente com o cavalo.

.2 - O puxador, após a saída do boi, aguarda a passagem de sua calda pelo "bate-esteira” que está naquela posição para alinhar a corrida e conferir a queda no meio das faixas, fazendo valer o boi.

3 - Em algumas situações, se durante a corrida de "rabo da gata" o vaqueiro perder algum boi e todas as vagas de prêmio já estiverem preenchidas, ocorre a "morte súbita", que é a desclassificação sumária, pois mesmo que ele pontue dalí pra frente, sua soma ainda assim será inferior ao do último candidato a prêmio. Entretanto, em circuitos de etapas com somatório por ponto corrido, é dado o direito ao participante de correr todos os seus bois.

4 – O próprio regulamento em alguns lugares, obriga a abertura da porteira do brete e a saída do "boi da vez", quando um vaqueiro chamado não se faz presente.

5 - "Boi mobral" é aquele tipo de boi que nunca esteve em competições, normalmente o preferido pela maioria dos vaqueiros por não ter vícios, como por exemplo, "escorar", que é o mesmo que parar repentinamente no meio do percurso, provocando com isso alguns acidentes e quedas bonitas por desequilíbrio na sela.

6 - A boiada tem que ser uniforme, ou seja, os animais têm que ter equivalência em peso e tamanho, para que a disputa não seja injusta e desigual.

7 - Que o cavalo ideal para a vaquejada tem que ter, em média, 7 a 8 anos.

Ats,

Equipe Cavalomania

 

CAVALGADA


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Cavalgar é uma atividade milenar e hoje, muito mais que um esporte, é um ponto de encontro com o lazer ligado à natureza. Um de nossos preceitos é divulgar e integrar aqueles que gostam de cavalgadas e de certo modo estão ligados a este esporte. Bem, antes de aprofundarmos no assunto, é importante distinguirmos as modalidades de cavalgadas existentes: 

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Cavalgadas festivas – Geralmente promovidas pelas prefeituras municipais, em datas especiais, como, por exemplo, o aniversário da cidade. Funciona assim: Um grande número de cavaleiros e amazonas desfila pelas ruas da cidade antes do inicio de uma série de concursos de marcha para éguas e cavalos comuns, mangalarga marchador, campolina, muares, prova mirim e prova das amazonas. É um autêntico show popular de marcha e integração de famílias e amigos em torno de um elo em comum, o cavalo marchador.  

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Cavalgadas religiosas – Atende romarias. A mais famosa é a romaria em direção à cidade de Aparecida do Norte, onde milhares de fiéis rezam e pagam promessas à Nossa Senhora Aparecida. De várias regiões do Estado de Minas Gerais, e outras adjacentes ao Estado de São Paulo, grupos de cavaleiros cavalgam centenas de quilômetros ao longo de trilhas e estradas de terra e asfalto.

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Cavalgadas ecológicas
– Estas cavalgadas vêm ganhando adeptos em todo o país a partir da década de noventa devido a grande proliferação de hotéis-fazenda. Fazendas com cenários ecológicos cativam um numero cada vez maior de praticantes do turismo ecológico, no qual o cavalo é o meio natural de integração à natureza. Todas as regiões brasileiras oferecem maravilhosos locais para a pratica de cavalgadas ecológicas.  
 

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Cavalgadas de lazer – As cavalgadas de lazer são as mais populares. Grupos de familiares e amigos reúnem-se para desfrutar de uma cavalgada de média a longa distância. A cavalgada diferencia-se de um mero passeio a cavalo quando o percurso não é curto, distancia superior a 10 km, aproximadamente; e quando há um percurso pré-determinado e uma estrutura de organização, que se baseia nas seguintes Comissões: organizadora, financeira, Segurança Geral, Segurança Veterinária, Acampamento, Alimentação, Transporte, Ética e Conduta.

Cavalgar é conhecer os lugares de maneira única, com a visão de 1,5 m a 2 m acima do que os nossos olhos humanos proporcionam, atingindo lugares de acesso quase impossível aos nossos pés ou aos veículos por nós inventados, num passeio silencioso e de qualidade rara, que não ataca a mata nem espanta a fauna. Andar a cavalo é uma excelente atividade física e mental. Trabalha a musculatura e relaxa a mente. Além disso, é uma atividade em grupo que aproxima as pessoas, diverte e por isso, recomendada especialmente para famílias. Uma das poucas atividades que pais e filhos e avós podem interagir simultaneamente.

Pretendemos apresentar neste site todas as cavalgadas, vaquejadas, provas de hipismo e todas as provas com cavalos que vão ser realizadas em nosso estado do Ceará e também em todo o Brasil, desde que sejamos avisados com antecedência, estaremos aptos a receber as fotos do local e todos os dados do evento.

Teremos prazer em divulgar as cavalgadas. Sempre que possível, iremos lá participar, tirar as fotos do evento, fazer entrevistas, coletar informações relacionadas aos roteiros, raças participantes, ponto de partida e chegada, dentre outros. Para isto é só você enviar e-mail para adm@cavalomania.com.br ou ligar para